segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Migrações Internacionais



fonte:   http://2.bp.blogspot.com/_VuYWKtOx1AA/Sj75T8l-5uI/AAAAAAAAAfk/vfpJRs1Hj18/s400/migracoes_pos_IIGM.jpg                                       

Migrações internacionas é exatamente o entendimento dos processos sociais envolvidos nos fluxos de pessoas entre
países, regiões e continentes passa pelo reconhecimento de que sob a rubrica
migração internacional estão envolvidos fenômenos distintos, com grupos sociais
e implicações diversas.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

O papel dos idosos na sociedade atual

 

O envelhecimento da população é cada vez maior.

Os idosos têm um papel muito importante na nossa sociedade, pela sua experiência de vida.

Como é do conhecimento geral, exise um desiquilibrio entre a taxa de natalidade e de mortalidade, pelo que se ouve falar ou debater muito a questão do envelhecimento da população.

Que devemos fazer com os idosos?

Será que eles ainda podem ser úteis?

Deveremos encará-los como um fardo? Ou olhá-los como documentos vivos de uma geração?

Deveremos colocá-los em lares onde não incomodem?

Ou podemos aproveitar a sua vivência e conhecimentos?

É de salientar que os anos de vida de um idoso conferem-lhe um estatuto de "sábio", pois estes têm um legado de conhecimentos e experiências que não deve ser desperdiçado, podendo ser aproveitado pelas gerações futuras. A experiência de um idoso não cabe num livro ou enciclopédia, por isso devemos olhá-lo como: documento vivo a preservar, como uma bússola que nos orienta na nossa vida, como um guião que nos indica o caminho certo a seguir pela nossa vida fora.

Se é certo que os idosos são um exemplo para nós, eles poderam ser também uma referência de vida para a geração mais nova. O papel dos avós é cada vez mais importante numa sociedade em que muitos valores como o da educação, o respeito, a solidariedade parecem estar esquecidos ou adormecidos.


fonte:http://voluntarianacomunidade.blogs.sapo.pt/896.html
 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Transição Demográfica Brasileira




A população brasileira tem sofrido profundas transformações nas últimas três décadas, que terão enormes repercussões em termos sociais e econômicos. Há uma certa dificuldade, por parte da sociedade brasileira, até aquela com nível educacional mais elevado, em apreender estas mudanças e, inclusive, em aceitá-las como reais. Este trabalho tem por objetivo analisar a evolução do tamanho da população brasileira, de seu ritmo de crescimento, de sua estrutura etária relativa entre 1940 e 1991, assim como apresentar sua trajetória provável até 2020. Dada a tendência do processo de declínio rápido e generalizado da fecundidade no Brasil e o que está sucedendo nos países desenvolvidos e em alguns do Terceiro Mundo que iniciaram antes este processo, é bastante realista supor-se que, ao final da segunda década do próximo século, a população do País deverá apresentar níveis de fecundidade e mortalidade que, no longo prazo, lhe garantam taxas de crescimento em torno de zero. Discute-se, então, quando se alcançaria a situação de população estacionária. Esta análise foi elaborada com a preocupação de tornar mais claros alguns do elementos básicos da análise demográfica, de tal modo a contribuir para uma melhor compreensão da nova dinâmica demográfica brasileira.



  fonte: http://ideas.repec.org/p/cdp/texdis/td227.ht 


A análise das pirâmides etárias



A análise das pirâmides nos permite verificar a situação de desenvolvimento ou subdesenvolvimento dos países. Exemplo: uma pirâmide de base larga, indica grande crescimento vegetativo; o topo estreito, indica baixa expectativa de vida, o que nos faz concluir que essa seja de um país subdesenvolvido. Por outro lado, uma base mais estreita, indica pequeno crescimento vegetativo; um topo mais largo, indica  grande expectativa de vida, o que nos leva a concluir que seja um país desenvolvido. A análise das pirâmides etárias é de fundamental importância para os estudos de população. No Brasil, temos verificado uma mudança na pirâmide etária, que tem alargado o topo, e estreitado a base. Essas mudanças decorrem em especial da urbanização do país, que mudou significativamente o modo de vida de grande parte dos brasileiros, principalmente com relação aos filhos, e também garantiu avanços fundamentais a nível médico-sanitário



domingo, 26 de agosto de 2012

Padrão de consumo vs sustentabilidade



Nos últimos anos, em especial a partir de 1992 com a realização da Eco-92 realizada no Rio de Janeiro, e com a ratificação do tratado de Quioto em 1999, o tema meio ambiente veio à baila em diversos segmentos da sociedade, ultrapassando os muros da academia, passando a povoar o cotidiano, não só dos círculos de discussões entre especialistas da área, mas também das populações como um todo, incluindo-se neste hall o Brasil.

Cada vez mais se procura disseminar a idéia de que o meio ambiente está doente, gravemente ferido, diz-se até alguns mortalmente ferido. Mais ainda, se diz que a culpa de tal enfermidade é de toda a população global. Cada um dos sete bilhões de habitantes do globo tem, de forma igual e medida, parcela de culpabilidade neste genocídio ambiental. O grande conglomerado norte americano, produtor de agrotóxicos e exterminador de pragas, assim como o agricultor subsistente do semi-árido nordestino são, da mesma forma, culpados pela degradação ambiental de acordo com o “entendimento” tecnocrata global.
O fato de que o meio ambiente nos últimos dois séculos e meio – em especial – tem sofrido constantemente fortes e duros ataques à sua integridade e preservação é público e de conhecimento geral. O desenvolvimento desenfreado, desarticu-lado, destituído de planejamento e de sustentabilidade, empreendido com o advento da Revolução Industrial e do capitalismo inaugurou uma nova fase na exploração dos recursos naturais, outrora julgados como inesgotáveis e eternos, acelerando sua degradação e ampliando seus efeitos negativos.
Esse breve registro histórico faz-se necessário para que tenhamos claro no horizonte, que antes mesmos de atentarmos para a necessidade de preservação ambiental e uso sustentável dos recursos naturais, estes já sofriam impiedosos e ferozes ataques por parte da ação do homem.
Nessa esteira, devemos analisar de forma prudente e cética a afirmação de que somos todos responsáveis pela degradação ambiental e pelo estado em que o meio ambiente se encontra. Indiscutivelmente é um dever e responsabilidade cidadão de cada um adotar práticas saudáveis e sustentáveis com vistas à preservação ambiental. Todavia é imperioso identificar os reais responsáveis pela atual “crise ambiental’.
Quando dizemos que o meio ambiente sofre com a ação do homem, devemos ressaltar que não se enquadram nessa categoria de homens os milhões de homens e mulheres explorados pela Revolução Industrial na Inglaterra, da mesma forma que não aplica-se o mesmo conceito aos milhões de trabalhadores e populações de países “subdesenvolvidos” que sonham com os padrões de vida – impossíveis de serem aplicados à toda a população mundial – alcançados por uma pequena parcela da população mundial situada nos países tido como de primeiro mundo.
Os homens que agridem o meio ambiente de forma desnuda e descarada são movidos pela ganância capitalista e a sede pelo desenvolvimento a qualquer custo, validado por governos omissos e desrregulamentados. São esses os homens responsáveis pela “grave situação” em que se encontra o meio ambiente.
A dívida que se tenta racionar aos ombros de toda a população é pertencente a uma diminuta parcela da sociedade, justamente a que mais lucra com as barbáries ecológicas, e a que menos contribui para o processo de recuperação ambiental.

A estratégia de imputar a todos a culpa pelo caos ambiental “descoberto” no apagar de luzes do século XX e florescer do século XXI por milhares de “especialistas” no assunto, quer na verdade acabar por isentar todo mundo, inclusive os reais culpados e responsáveis pela atual situação. Uma vez que somos todos culpados, na prática ninguém o é.

Essa consideração serve não para desobrigar significativa parcela mundial de sua ação racional e exploração sustentável do meio ambiente. Pelo contrário, serve como um farol sinalizando no caminho da racionalidade e sustentabilidade. Entretanto, a constatação dos reais responsáveis pela atual situação ambiental faz-se imperioso para que a fatura que se pretende dividir igualmente entre todos tenha endereçamento certo.

Que o desenvolvimento e o progresso, em todas as suas vertentes, são indeléveis a sociedade, isso é indiscutível. Porém, cabe-nos discutir a forma de desenvolvimento que pretendemos para as futuras gerações.
Paralelo a isso, devemos desmistificar o sonho de vida de milhões de pessoas, que pretendem um padrão de vida aos moldes dos países ocidentais desenvolvidos. De acordo com estudos, para igualar em um mesmo padrão – padrão de primeiro mundo ocidental – e faixa de consumo os sete bilhões de pessoas no mundo, seria necessário termos à disposição ao menos mais dez globos terrestres.
Sustentabilidade, desenvolvimento, preservação, avanços são necessidades inerentes à condição humana que devem estar pautados para além do discurso de muitas nações que apregoam a necessidade da preservação ambiental ao passo que negam-se a reduzir suas emissões de CO2 na atmosfera.
Com o avanço tecnológico alcançado pelas nações e pela humanidade nas últimas décadas, é inconcebível a idéia de que o desenvolvimento e progresso humano estejam atrelados à degradação e destruição de nosso meio ambiente e recursos naturais.
Temos a obrigação de trilhar um caminho que se constitua como uma justa posição entre o “santuarismo”, defendido por uma significativa parcela da vertente ambiental, e o desenvolvimento desenfreado e auto-justificado, apregoado por nações e grandes grupos empresariais. Um caminho que alie tecnologia e preservação, desenvolvimento e sustentabilidade.
Temos encontrado experiências que conjugam trabalho, renda, capital produtivo com sustentabilidade, preservação e recuperação ambiental. Temos de inserir o homem novamente para junto à natureza, concebendo-o como partícipe do ecossistema terrestre e não como um corpo estranho, contraditório.




    





terça-feira, 7 de agosto de 2012

Os 10 Países mais populosos do mundo & Menos populosos




1º. China: 1.336.310.750 de habitantes
2º. Índia: 1.186.185.625
3º. Estados Unidos: 308.798.281
4º. Indonésia: 234.342.422
5º. Brasil: 194.227.984
6º. Paquistão: 166.961.297
7º. Bangladesh: 161.317.625
8º. Nigéria: 151.478.125
9º. Rússia: 141.780.031
10º. Japão: 127.938.000






Fonte: IBGE PAíSES e United Nations Statistics Divisio






1- Gronelândia -
2- Saara Ocidental - 1
3- Mongólia - 1
4- Namíbia - 2
5- Austrália - 2
6- Suriname - 2
7- Botswana - 2
8- Islândia - 2
9- Mauritânia - 2
10- Líbia - 3